Bem-vindo à “Casa de Portugal em Macau”

        A associação “Casa de Portugal em Macau” foi constituída em Macau no passado dia 1 de Junho de 2001 e pretende congregar os portugueses que residem na Região Administrativa Especial de Macau, visando marcar a presença portuguesa nesta sociedade, sobretudo pela afirmação cultural, social e cívica, contribuindo para a autonomização de Macau como espaço único, no Oriente e no Mundo.

        Para a prossecução dos interesses da comunidade portuguesa em Macau foram  definidos os seguintes princípios estatutários, que constituem um ponto de referência da acção da Associação, através dos seus órgãos sociais eleitos:

    1. preservação da identidade da comunidade e do seu património cultural;

    2.  
    3. participação cívica na vida da RAEM, contribuindo activamente para o seu desenvolvimento;

    4.  
    5. constituição como interlocutor permanente e privilegiado para os problemas específicos que afectem a comunidade portuguesa de Macau;

    6.  
    7. promoção activa da solidariedade entre os seus membros;

    8.  
    9. cooperação permanente com as estruturas associativas representativas da comunidade portuguesa;

    10.  
    11. cooperação permanente com as estruturas associativas representativas da comunidade chinesa e de outras comunidades residentes;

    12.  
    13. cooperação permanente com as associações congéneres espalhadas pelo mundo, fomentando a celebração de protocolos de entre-ajuda e cooperação;

    14.  
    15. promoção e incremento dos laços de cooperação com Portugal, União Europeia, Países Lusófonos e República Popular da China, como forma de fomentar a interculturalidade entre os povos.


        A 15 de Julho de 2001, os primeiros membros eleitos tomaram posse em cerimónia simbólica que teve lugar no Consulado-Geral de Portugal em Macau, na sequência de um acto eleitoral cuja participação se cifrou em 73% dos associados.

        Mas para que o exercício da vida associativa seja genuinamente democrático, é necessário que assuma uma dimensão participativa, que promova a progressiva aproximação entre associados e entre membros de uma comunidade que se pretende unida e coesa, tendo em vista o bem comum.

        Neste principio de século, informação e comunicação são as palavras-chave. Os meios tradicionais revelam-se insuficientes, quando não obsoletos. Nascem novas tecnologias, novos suportes, novas redes. Surge a Internet, um espaço livre e universal de diálogo entre os Homens, um fórum imprescindível para quem pretende estar próximo dos problemas. Estamos presentes e aceitamos os desafios da modernidade.

        Por isso, e em busca de um contacto cada vez mais frequente e disponível com todos, a Casa de Portugal tirará partido das facilidades que os novos meios de comunicação lhe facultam, na convicção de que, também assim, a aproximação e a participação serão uma realidade efectiva e não apenas virtual.

        É com esse espírito que abrimos esta página, complementar de outras iniciativas, cientes de que a circulação de informação disponibilizada e recolhida por esta via constituirá um factor relevante de formação de opinião e um imprescindível instrumento de trabalho.

        Boa navegação!

                                                                                                               Pel’ A Direcção
                                                                                                    João Manuel Costa Antunes
                                                                                                                   Presidente